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sábado, 6 de abril de 2019

Georisco realiza sobrevoo de reconhecimento das áreas de afogamento no litoral Natalense

No dia 26 de março, o Georisco contou com o apoio da Equipe do Potiguar 01 CIOPAER, para o sobrevoo de reconhecimento nas áreas com maior risco de afogamento no litoral Natalense, o objetivo é detectar as correntes de retorno nas praias com alto fluxo de banhistas. A pesquisa é tema de estudo do pesquisador do Georisco José Luís e em breve será disponibilizada no diretório do grupo. Na ocasião, o coordenador do Georisco agradeceu o apoio da tripulação da aeronave Cmt. Hidelbrando, Ten. Herculano, Sub Gurgel.



Fotos: GEORISCO.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Confira como foi a participação do Georisco no XXIV EGEORN - Encontro de Geografia do Rio Grande do Norte de 2018

O Georisco esteve presente no XXIV Encontro Estadual de Geografia – EGEORN – é um evento anual, de caráter científico, que vem sendo realizado regularmente desde o ano de 1999. A XXIV edição do evento que ocorreu entre os dias 26 e 28 de setembro de 2018, tendo como tema central: “Região Nordeste: Singularidades e diversidades”, será realizado no Departamento de Geografia da UFRN, Campus Central de Natal. Na ocasião foram apresentados trabalhos completos pelos pesquisadores do grupo, Samara Cândido, Vinnícius Dionízio, Caroline Barros e Andreza Louzeiro. Os trabalhos apresentados envolvem a temática de riscos socioambientais e tecnológicos. Ainda, o Georisco através da pesquisa intitulada: “Riscos de acidentes e mortes por selfies (autoretratos)” dos autores Leila Sousa, Vinnícius Dionízio e Edimara Soares; ganhou o prêmio “José Lacerda Alves Felipe” de melhor trabalho apresentado durante a programação do evento. Para o grupo o momento foi de alegria e reconhecimento pelos serviços prestados junto a comunidade Potiguar.








Fotos: GEORISCO, 2018.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Georisco realiza atividade técnica no município de Macau/RN


Nos últimos dias 13, 14 e 15 o Grupo de Pesquisa GEORISCO, vinculado ao Departamento de Geografia da UFRN, sob a coordenação do Prof. Dr. Lutiane Almeida, realizou uma atividade técnica, no município de Macau, parte integrante da pesquisa de mestrado desenvolvida por Edimara Soares, discente do Programa de Pós Graduação em Geografia da UFRN (PPGE – UFRN). O objetivo da pesquisa é compreender a exposição da população no que diz respeito ao risco de alagamentos na sede urbana, levando em consideração aspectos de suscetibilidade, capacidade de resposta e capacidade adaptativa Na oportunidade, foram aplicados 307 questionários junto à população, com o intuito de avaliar a percepção da população no que diz respeito ao risco de alagamentos na sede urbana do município e gerar o índice de vulnerabilidade social da área. Foi possível também, dar continuidade ao levantamento aerofotográfico das áreas de risco definidas pela Prefeitura Municipal, que servirá como subsídio para geração dos modelos digitais de superfície e elevação, bem como base para a produção dos cenários de inundação.










Imagens: GEORISCO.

sábado, 26 de maio de 2018

GEORISCO realiza atividade de campo no município de Galinhos/RN


No dia 19 de maio de 2018, o Grupo de Pesquisa GEORISCO realizou uma visita técnica no município de Galinhos/RN, situado à cerca de 170 Km da Capital Natal. A visita técnica corresponde a uma etapa do projeto de pesquisa intitulado “Análise da Vulnerabilidade Ambiental do Município de Galinhos” desenvolvida pelo mestrando Dyego Freitas Rocha, vinculado ao Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (PRODEMA/UFRN) e financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES). A pesquisa de mestrado é orientada pelo Prof. Dr. Magdi Ahmed Ibrahim Aloufa (PRODEMA/UFRN) e coorientada pelo Prof. Dr. Lutiane Queiroz de Almeida (PPGE/UFRN).
A visita técnica contou com o apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Norte que mobilizou um veículo e o motorista para a realização da viagem, participaram também da atividade o coordenador do Georisco o Prof. Dr. Lutiane Queiroz de Almeida, a Drª Francisca Leiliane de Sousa de Oliveira (conhecida como Leila) e a mestranda do PPGE, Edimara Soares.
O objetivo dessa etapa da pesquisa é realizar um mapeamento dos sistemas ambientais do município, por meio da aplicação de fichas de campo que destacam as principais características de relevo, unidades litoestratigráficas, solos, recursos hídricos e vegetação, além de informações de vulnerabilidade ambiental e limitações e potencialidades de usos dos recursos naturais. Soma-se à aplicação das fichas técnicas de campo, o uso de aeronave remotamente pilotada (ARP, do inglês Remotly-Piloted Aircraft – RPA), para a obtenção de imagens atualizadas que subsidiarão a caracterização das características físicas e de uso e ocupação da terra da área de estudo.











Fotos: GEORISCO. 

quinta-feira, 24 de maio de 2018

GEORISCO e Defesa Civil de Macau fecham parceria para pesquisa de Mestrado.


Na última sexta-feira (18/05/2018) os discentes Dyego Rocha, Edimara Soares e a Dra. Leila Sousa, membros do grupo de pesquisa GEORISCO, vinculado ao Departamento de Geografia da UFRN, sob a coordenação do Prof. Dr. Lutiane Almeida, firmaram parceria com a Defesa Civil Municipal de Macau/RN. Esta parceria tem como objetivo principal o diálogo entre o poder público e a academia, como meio de facilitar as pesquisas sobre risco e vulnerabilidade socioambiental que estão sendo realizadas no local. Na oportunidade, e com o apoio dos Senhores Camilo Vinícius (Gestor ambiental do município) e Cledmilson Félix (Coordenador da DC Municipal), foi possível realizar o levantamento aerofotográfico das áreas de risco do centro de Macau, através de DRONE, o que contribuirá de maneira singular para o desenvolvimento da pesquisa de mestrado de Edimara Soares, discente do Programa de Pós Graduação em Geografia (PPGE-UFRN), cujo objetivo é compreender a influência das variações no nível médio do mar no aumento do risco de alagamentos e da vulnerabilidade social da população do centro urbano do município. Futuramente, pretende-se utilizar os resultados desta pesquisa para auxiliar na gestão das áreas de risco do município, bem como expandir o recorte espacial da mesma, que atualmente, concentra-se apenas no núcleo urbano do município.








Fotos: Georisco

segunda-feira, 5 de março de 2018

Pesquisa do Georisco é destaque em portais de notícias em Natal

Sem manutenção há 28 anos, ponte de Natal sofre erosão e recebe tráfego acima da capacidade, dizem pesquisadores

Ponte de Igapó liga a Zona Norte da capital potiguar às demais regiões da cidade. De acordo com pesquisa da UFRN, 79% da população teme desabamento.

Ponte de Igapó (Foto: Ney Douglas)

Construída há 47 anos, a Ponte de Igapó, que liga a Zona Norte às demais regiões de Natal, não passa por reparos desde 1990 e opera acima da carga prevista para a estrutura. As informações foram colhidas por um grupo de estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Em uma visita técnica, os pesquisadores também constataram danos causadas pelo meio ambiente, pela ausência de reparos e pelo impacto das cargas que circulam na ponte.

De acordo com os pesquisadores, foram encontradas desagregação do concreto, oxidação (enferrujamento) dos pilares e algumas perfurações nas estacas de fundação. A dinâmica da maré, a salinidade, e a erosões provocada pela água e pelo vento são, em grande parte, os fatores responsáveis pela corrosão das ferragens e degradação da estrutura.

Apesar disso, por enquanto, a ponte não corre risco de desabamento. Para os estudiosos, também não é possível apontar quando isso poderia acontecer. "Não é possível datar quando uma estrutura vai entrar em colapso", diz Jhonathan Lima, do Grupo de Pesquisa em Dinamicas Ambientais, Risco e Ordenamento do Território (Georisco).

A ponte tem 606 metros de extensão, 12,6 metros de largura e recebe um fluxo de 37 linhas de ônibus municipais, 14 linhas de ônibus interurbanos, 13 viagens diárias de trem, além do tráfego de aproximadamente de quase 80 mil veículos diariamente, sendo que ela foi projetada para 60 mil. “A ponte de Igapó opera em uma capacidade de carga muito maior do que a prevista em seu projeto. Isso implica diretamente nos desgastes das estruturas, que também sofrem influência de agentes naturais erosivos”, explica Jhonathan.


A última manutenção da estrutura foi realizada em 1990, segundo o DNIT.




Sem manutenção, Ponte de Igapó sofre erosão natural (Foto: Vinnícius Dionízio/Georisco/UFRN)


Sistema de gestão
De acordo com o grupo de pesquisa, a falta de um Sistema de Gestão aumenta a vulnerabilidade das estruturas da ponte, que somada ao perigo dos agentes naturais do ambiente e ao aumento do fluxo de carga, tornam maior a exposição ao risco de desastres nas estruturas. Dentro do sistema proposto é apontada a necessidade de aquisição de dados periódicos sobre a estrutura, estudos geotécnicos e a capacitação de um corpo técnico para vistorias e reparos.

“A falta de manutenção cria sensação de insegurança. Consideramos importante a prevenção dessas estruturas”, explicou Lutiane Almeida, coordenador do Georisco, que é vinculado ao Departamento de Geografia da UFRN. Ele apontou, ainda, a necessidade de criação de sistemas de monitoramento para evitar acidentes e desastres. Apesar dos indicadores de vulnerabilidade, o grupo alerta que a ponte não corre o risco de cair.


População

A visita técnica aconteceu durante uma pesquisa que buscou identificar qual a percepção da população natalense quanto ao risco de desastres tecnológicos na ponte e a real condição de conservação do equipamento. O estudo foi realizado com 289 pessoas, que responderam à pesquisa por meio de questionário online. Ao todo, 100% dos entrevistados disseram acreditar que não ocorre nenhum tipo de manutenção periódica na ponte. Os resultados também apontam que 79% não se sentem seguros ao cruzarem o trecho e 88% declararam que já pensaram na possibilidade de desabamento da estrutura.

Dos participantes da pesquisa, 56% residem na Zona Norte de Natal, 22% na Zona Sul, 13% são de municípios vizinhos, 7% vivem na Zona Oeste e 2% moram na Zona Leste da cidade. Destes, 80% afirmaram que seriam prejudicados em uma possível interdição da ponte.

Os resultados do estudo foram apresentados à Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) durante o V SEM Desastres, seminário realizado pelo Georisco em outubro. O grupo, também, prepara um novo documento para encaminhamento ao Ministério Público do Rio Grande do Norte.

Os resultados da pesquisa também foram apresentados no IV Congresso Internacional de Riscos, Prevenção e Segurança, na cidade de Coimbra, em Portugal, de 23 a 26 de maio de 2017 e no II Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres, no Rio de Janeiro, realizado de 11 a 14 de outubro.




Primeira estrutura, de ferro, foi desativada em 1970 e virou monumento ao lado da Ponte de Igapó (Foto: Canindé Soares)


História

A primeira ponte sobre o rio, a Ponte de Ferro, existe há um século e, embora esteja sobre ruínas, resiste ao tempo e embeleza o estuário do Potengi, no trecho de quem entra e sai da Zona Norte de Natal. O equipamento foi construído pelos ingleses, em 1916, para suprir a demanda do fluxo ferroviário, impulsionando o setor exportador das commodities, base da economia extrativista do estado. Naquela época, até meados de 1950, o trem era o principal meio de transporte e servia para o escoamento da produção da cana-de-açúcar vinda de Ceará-Mirim e da produção do sal da cidade de Macau para o porto de Natal.

Com o aumento da frota automobilística, o monumento de ferro foi desativado em 1970 e edificada uma segunda ponte sobre o rio, desta vez de concreto armado, batizada de Presidente Costa e Silva e conhecida popularmente como Ponte de Igapó.

Mais tarde, em 1988, a última parte (sentido Centro-Zona Norte) foi edificada, aumentando a mobilidade e ganhado status de rodoferroviária. A ponte de Igapó continua sendo até hoje a principal via de acesso da zona norte às demais zonas da cidade. Além dela, existe a ponte Newton Navarro, inaugurada em 2007.


Reportagem: Portal G1/RN

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Georisco realiza campo no município de Macau/RN

No dia 16 de setembro, membros do Grupo de Pesquisa Georisco, realizaram uma atividade de campo no município de Macau, no litoral setentrional do Rio Grande do Norte, a visita faz parte da pesquisa intitulada "Vulnerabilidade Socioambiental e Ordenamento do Território: Estudo de caso no município de Macau/RN" da aluna do PPGE/UFRN - Programa de Pós-Graduação em Geografia e membra do Georisco, Edimara Soares, com relação ao campo ela comenta: 

"O trabalho de campo foi de suma importância para o reconhecimento da área de estudos e definição das variáveis da  pesquisa, tendo em vista que as conclusões que podemos tirar  in loco são completamente diferentes do que se visualiza em fotografias e/ou imagens de satélite, quando levamos em consideração os aspectos visíveis e reais do local. A conversa com os moradores e nativos foi determinante para avaliar, mesmo que de forma bastante inicial, a percepção dos mesmos no que diz respeito às consequências das marés e inundações que ocorrem/ocorreram na região, o que ajudará bastante na elaboração e posterior aplicação de questionários para avaliação da vulnerabilidade social da área, bem como para a caracterização dos aspectos fisionômicos da paisagem do local."

Confiram algumas fotos do campo:












Fotos: Georisco.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Georisco participa de workshop brasileiro sobre desastres proposto pelo Cemaden

O Georisco marcou presença no I Workshop Brasileiro para Avaliação de Ameaças, Vulnerabilidades, Exposição e Redução de Risco de Desastres promovido pelo Centro Nacional de Monitoramento de Alertas e Desastres Naturais (CEMADEN) que ocorreu entre os dias 06 e 08 de Junho de 2017, em São José dos Campos – SP.

O coordenador geral do grupo, Prof. Dr. Lutiane Almeida participou da mesa redonda: “Novos Olhares para Velhos Desafios” e apresentou sua pesquisa intitulada "Indicadores de risco de desastres no Brasil – uma proposta metodológica".








Fotos: Organização do evento.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Georisco concede entrevista a TV Tropical a respeito do convívio com a seca no Semiárido Potiguar.

O pesquisador Jhonathan Lima está elaborando um estudo sobre indicadores de resposta e adaptação a seca no seridó potiguar.


Confira a matéria completa no vídeo abaixo.










Fotos: Pedro Lima e Vinnícius Dionízio