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domingo, 3 de março de 2019

Integrante do Georisco tem dissertação de mestrado aprovada

Na última quarta feira, dia 27 de fevereiro, o mestrando e integrante do Georisco Dyego Rocha teve sua dissertação intitulada "Análise da vulnerabilidade ambiental do município de Galinhos, RN, Brasil" aprovada :Dpela banca examinadora. A banca foi composta pelos professores Lutiane Queiroz de Almeida (UFRN), Fernando Moreira (UFRN) e Marysol Medeiros (Externa).











Fotos: GEORISCO.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Vem aí o IV Seminário do Georisco! Inscreva-se já!

Começa no próximo dia 12 de novembro o IV Seminário do Georisco, encontro realizado anualmente para debater um pouco sobre a temática dos desastres e do ordenamento territorial. Esse ano a programação conta com uma palestra de abertura do Prof. Dr. Ricardo Ojima, do Departamento de Demografia da UFRN. No segundo dia, 13 de novembro, contaremos com uma mesa redonda pela manhã e a tarde com apresentação dos projetos de pesquisa de alunos do PPGE - Programa de Pós Graduação em Geografia da UFRN. Confira abaixo a programação completa do evento:


Dia 12/11/2018, às 14 - 18h:


Conferência de Abertura - Riscos, Vulnerabilidades e Ordenamento Territorial: Indicadores e Suporte à Gestão.

Prof. Dr. Ricardo Ojima (Departamento de Demografia e Ciências Atuariais/UFRN).



Dia 13/11/2018, às 9 - 13h:

Mesa Redonda - Indicadores de Riscos de Desastres e Vulnerabilidade.


Prof. Dr. Lutiane Queiroz de Almeida (Departamento de Geografia - UFRN);

Dra. Francisca Leiliane Sousa de Oliveira (Universidade Estadual do Ceará - UECE); e
Dra. Marysol Dantas de Medeiros (Universidade Federal do Ceará - UFC).

Dia 13/11/2018, às 14 - 18h:



Seminários: Projetos de Pesquisas dos discentes da disciplina Riscos e Ordenamento do Território da Pós-Graduação – PPGe/UFRN.


Vulnerabilidade Social e Risco de Inundação na sede municipal de Touros – RN. 
ERICK JORDAN DA SILVA GOMES.


Identificação da taxa de exposição à Inundação na Bacia do Rio Potengi. 
ANA CLARA CELESTINO BELCHIOR.

Riscos no Baixo Curso do Rio Punaú, Rio do Fogo – RN. 
DANIEL MACIEL WEINER.

Vulnerabilidade na dinâmica costeira associada a mudanças climáticas (aspectos ambientais, sociais e tecnológicos): foco em setores da indústria petrolífera do RN. 
LIDIA GABRIELA RODRIGUES DE SOUZA.

Risco de Movimento de Massa em área urbana: uma análise comparativa entre os bairros de Mãe Luíza (Natal-RN) e Vila Embratel (São Luís – MA). 
ANDREZA DOS SANTOS LOUZEIRO.

Risco de Movimento de Massa na comunidade São José do Jacó, município de Natal – RN. CAROLINE BARROS DE SALES.

Áreas de Vulnerabilidade Socioambiental associadas ao uso e ocupação do solo nas dunas de Cidade Nova, Zona Oeste de Natal – RN. 
DÉBORA LEYSE MEDEIROS MENDES.

O Sistema de Abastecimento de água de Natal: uma análise territorial dos riscos de colapso hídrico. 
BRUNO LOPES DA SILVA.

Análise da Salubridade e das Doenças relacionadas ao Saneamento Ambiental (DRSA) no território do Distrito Sanitário Oeste, Natal – RN. 
DIOGO FELIPE SANTOS DE MOURA.

O processo de urbanização e a qualidade das águas do Rio Grande do Norte: o caso do município de São Gonçalo do Amarante. 
FELIPE JUSTINO MAIA DE LIMA.

As linhas de moradia precária em Natal: estudo sobre habitações em faixa de domínio da linha férrea. 
SAMARA SAYONARA CANDIDA DA SILVA.

Análise do desastre na ocupação 8 de Março do bairro Guarapes, município de Natal – RN.
GABRIEL SILVA.


Inscrições gratuitas pelo SIGAA: 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Georisco realiza atividade técnica no município de Macau/RN


Nos últimos dias 13, 14 e 15 o Grupo de Pesquisa GEORISCO, vinculado ao Departamento de Geografia da UFRN, sob a coordenação do Prof. Dr. Lutiane Almeida, realizou uma atividade técnica, no município de Macau, parte integrante da pesquisa de mestrado desenvolvida por Edimara Soares, discente do Programa de Pós Graduação em Geografia da UFRN (PPGE – UFRN). O objetivo da pesquisa é compreender a exposição da população no que diz respeito ao risco de alagamentos na sede urbana, levando em consideração aspectos de suscetibilidade, capacidade de resposta e capacidade adaptativa Na oportunidade, foram aplicados 307 questionários junto à população, com o intuito de avaliar a percepção da população no que diz respeito ao risco de alagamentos na sede urbana do município e gerar o índice de vulnerabilidade social da área. Foi possível também, dar continuidade ao levantamento aerofotográfico das áreas de risco definidas pela Prefeitura Municipal, que servirá como subsídio para geração dos modelos digitais de superfície e elevação, bem como base para a produção dos cenários de inundação.










Imagens: GEORISCO.

segunda-feira, 5 de março de 2018

Pesquisa do Georisco é destaque em portais de notícias em Natal

Sem manutenção há 28 anos, ponte de Natal sofre erosão e recebe tráfego acima da capacidade, dizem pesquisadores

Ponte de Igapó liga a Zona Norte da capital potiguar às demais regiões da cidade. De acordo com pesquisa da UFRN, 79% da população teme desabamento.

Ponte de Igapó (Foto: Ney Douglas)

Construída há 47 anos, a Ponte de Igapó, que liga a Zona Norte às demais regiões de Natal, não passa por reparos desde 1990 e opera acima da carga prevista para a estrutura. As informações foram colhidas por um grupo de estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Em uma visita técnica, os pesquisadores também constataram danos causadas pelo meio ambiente, pela ausência de reparos e pelo impacto das cargas que circulam na ponte.

De acordo com os pesquisadores, foram encontradas desagregação do concreto, oxidação (enferrujamento) dos pilares e algumas perfurações nas estacas de fundação. A dinâmica da maré, a salinidade, e a erosões provocada pela água e pelo vento são, em grande parte, os fatores responsáveis pela corrosão das ferragens e degradação da estrutura.

Apesar disso, por enquanto, a ponte não corre risco de desabamento. Para os estudiosos, também não é possível apontar quando isso poderia acontecer. "Não é possível datar quando uma estrutura vai entrar em colapso", diz Jhonathan Lima, do Grupo de Pesquisa em Dinamicas Ambientais, Risco e Ordenamento do Território (Georisco).

A ponte tem 606 metros de extensão, 12,6 metros de largura e recebe um fluxo de 37 linhas de ônibus municipais, 14 linhas de ônibus interurbanos, 13 viagens diárias de trem, além do tráfego de aproximadamente de quase 80 mil veículos diariamente, sendo que ela foi projetada para 60 mil. “A ponte de Igapó opera em uma capacidade de carga muito maior do que a prevista em seu projeto. Isso implica diretamente nos desgastes das estruturas, que também sofrem influência de agentes naturais erosivos”, explica Jhonathan.


A última manutenção da estrutura foi realizada em 1990, segundo o DNIT.




Sem manutenção, Ponte de Igapó sofre erosão natural (Foto: Vinnícius Dionízio/Georisco/UFRN)


Sistema de gestão
De acordo com o grupo de pesquisa, a falta de um Sistema de Gestão aumenta a vulnerabilidade das estruturas da ponte, que somada ao perigo dos agentes naturais do ambiente e ao aumento do fluxo de carga, tornam maior a exposição ao risco de desastres nas estruturas. Dentro do sistema proposto é apontada a necessidade de aquisição de dados periódicos sobre a estrutura, estudos geotécnicos e a capacitação de um corpo técnico para vistorias e reparos.

“A falta de manutenção cria sensação de insegurança. Consideramos importante a prevenção dessas estruturas”, explicou Lutiane Almeida, coordenador do Georisco, que é vinculado ao Departamento de Geografia da UFRN. Ele apontou, ainda, a necessidade de criação de sistemas de monitoramento para evitar acidentes e desastres. Apesar dos indicadores de vulnerabilidade, o grupo alerta que a ponte não corre o risco de cair.


População

A visita técnica aconteceu durante uma pesquisa que buscou identificar qual a percepção da população natalense quanto ao risco de desastres tecnológicos na ponte e a real condição de conservação do equipamento. O estudo foi realizado com 289 pessoas, que responderam à pesquisa por meio de questionário online. Ao todo, 100% dos entrevistados disseram acreditar que não ocorre nenhum tipo de manutenção periódica na ponte. Os resultados também apontam que 79% não se sentem seguros ao cruzarem o trecho e 88% declararam que já pensaram na possibilidade de desabamento da estrutura.

Dos participantes da pesquisa, 56% residem na Zona Norte de Natal, 22% na Zona Sul, 13% são de municípios vizinhos, 7% vivem na Zona Oeste e 2% moram na Zona Leste da cidade. Destes, 80% afirmaram que seriam prejudicados em uma possível interdição da ponte.

Os resultados do estudo foram apresentados à Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC) durante o V SEM Desastres, seminário realizado pelo Georisco em outubro. O grupo, também, prepara um novo documento para encaminhamento ao Ministério Público do Rio Grande do Norte.

Os resultados da pesquisa também foram apresentados no IV Congresso Internacional de Riscos, Prevenção e Segurança, na cidade de Coimbra, em Portugal, de 23 a 26 de maio de 2017 e no II Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres, no Rio de Janeiro, realizado de 11 a 14 de outubro.




Primeira estrutura, de ferro, foi desativada em 1970 e virou monumento ao lado da Ponte de Igapó (Foto: Canindé Soares)


História

A primeira ponte sobre o rio, a Ponte de Ferro, existe há um século e, embora esteja sobre ruínas, resiste ao tempo e embeleza o estuário do Potengi, no trecho de quem entra e sai da Zona Norte de Natal. O equipamento foi construído pelos ingleses, em 1916, para suprir a demanda do fluxo ferroviário, impulsionando o setor exportador das commodities, base da economia extrativista do estado. Naquela época, até meados de 1950, o trem era o principal meio de transporte e servia para o escoamento da produção da cana-de-açúcar vinda de Ceará-Mirim e da produção do sal da cidade de Macau para o porto de Natal.

Com o aumento da frota automobilística, o monumento de ferro foi desativado em 1970 e edificada uma segunda ponte sobre o rio, desta vez de concreto armado, batizada de Presidente Costa e Silva e conhecida popularmente como Ponte de Igapó.

Mais tarde, em 1988, a última parte (sentido Centro-Zona Norte) foi edificada, aumentando a mobilidade e ganhado status de rodoferroviária. A ponte de Igapó continua sendo até hoje a principal via de acesso da zona norte às demais zonas da cidade. Além dela, existe a ponte Newton Navarro, inaugurada em 2007.


Reportagem: Portal G1/RN

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Georisco realiza campo no município de Macau/RN

No dia 16 de setembro, membros do Grupo de Pesquisa Georisco, realizaram uma atividade de campo no município de Macau, no litoral setentrional do Rio Grande do Norte, a visita faz parte da pesquisa intitulada "Vulnerabilidade Socioambiental e Ordenamento do Território: Estudo de caso no município de Macau/RN" da aluna do PPGE/UFRN - Programa de Pós-Graduação em Geografia e membra do Georisco, Edimara Soares, com relação ao campo ela comenta: 

"O trabalho de campo foi de suma importância para o reconhecimento da área de estudos e definição das variáveis da  pesquisa, tendo em vista que as conclusões que podemos tirar  in loco são completamente diferentes do que se visualiza em fotografias e/ou imagens de satélite, quando levamos em consideração os aspectos visíveis e reais do local. A conversa com os moradores e nativos foi determinante para avaliar, mesmo que de forma bastante inicial, a percepção dos mesmos no que diz respeito às consequências das marés e inundações que ocorrem/ocorreram na região, o que ajudará bastante na elaboração e posterior aplicação de questionários para avaliação da vulnerabilidade social da área, bem como para a caracterização dos aspectos fisionômicos da paisagem do local."

Confiram algumas fotos do campo:












Fotos: Georisco.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Georisco realiza visita nas comunidades do Passo da Pátria e do Jacó, em Natal/RN

Na última sexta-feira, 25 de agosto, o Georisco realizou uma visita nas comunidades do Passo da Pátria, localizada entre os bairros do Alecrim e da Cidade Alta, na Zona Leste de Natal e na comunidade do Jacó, localizada no bairro das Rocas, também na Zona Leste de Natal. O Coordenador do grupo, professor Dr. Lutiane Almeida e os membros do grupo Davi Samuel e Vinnícius Dionízio, foram acompanhados pela Defesa Civil de Natal nas visitas. O campo serviu para reconhecimento das áreas, que apresentam alguns riscos de desastres associados à inundação e deslizamentos no Passo da Pátria, e de deslizamentos na Comunidade do Jacó. 


Georisco com membros da Defesa Civil Municipal.



Entrevista realizada com moradores da comunidade


Canal do Baldo no Passo da Pátria


 Vista do quintal em parte alta do Passo da Pátria.

                 Muro de arrimo que desabou em 2014 na Comunidade do Jacó.




Fotos: GEORISCO.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Membros do Georisco apresentam suas monografias

Os mais novos Geógrafos da UFRN, Letícia Cruz e Pedro Lima, defenderam suas monografias esta semana. Os trabalhos intitulados A vulnerabilidade social e os casos de hanseníase: análise das áreas de risco à saúde pública no município de Natal/RN - Brasil, defendido por Letícia, teve banca composta, por Prof. Dr. Lutiane Almeida (Orientador/DGE/UFRN), Prof. Msc Leônidas Dutra e o Prof. Dr. Adriano Troleis (DGE/UFRN) e Urbanização e Desastre: Estudo de Caso do Deslizamento de Encosta Ocorrido no Bairro Mãe Luíza, Natal/RN, em 2014, defendida por Pedro, teve banca composta por Prof. D.r Lutiane Almeida (Orientador/DGE/UFRN), Prof. Dr. Ricardo Carvalho (DEP/UFRN) e o Msc Yuri Macedo. Em breve as monografias estarão disponíveis para download. O Georisco Parabeniza-os e deseja ainda mais sucesso nesta nova etapa.







Fotos: Georisco







quarta-feira, 24 de maio de 2017

Georisco concede entrevista a TV Tropical a respeito do convívio com a seca no Semiárido Potiguar.

O pesquisador Jhonathan Lima está elaborando um estudo sobre indicadores de resposta e adaptação a seca no seridó potiguar.


Confira a matéria completa no vídeo abaixo.










Fotos: Pedro Lima e Vinnícius Dionízio


sábado, 20 de maio de 2017

Georisco realiza seu III Workshop

Na última quarta-feira, 17 de maio, o Grupo de Pesquisa Georisco realizou seu III Workshop, apresentando as pesquisas realizadas pelos membros do grupo, como projetos de monografia de dissertação, dentre outras, promovendo assim discussões sobre as temáticas abordadas. Membros da comunidade acadêmica e de alguns órgãos públicos participaram do evento e puderam interagir com os pesquisadores. 

Confira algumas fotos do evento:











Fotos: Edimara Soares e Vinnícius Dionízio